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Dentro desta mesma temática, falarei um pouco sobre minha experiência como astróloga e sobre meu estilo.
Um dos meus maiores objetivos, com a astrologia, é oferecer uma perspectiva prática para as pessoas. O estilo que busco é o que possui minha mais profunda identificação: praticidade. O estilo que o astrólogo escolhe para atuar em atendimentos é, geralmente, aquele com o qual ele mais se identifica para encarar sua própria vida e observar os próprios ciclos, ou seja, parte da sua própria necessidade de entender e aprender sobre si mesmo e sobre o mundo.
Cada astrólogo, tendo um conjunto de técnicas particular, tem, também, um círculo de clientes afim a esta particularidade. Isso reflete uma realidade muito interessante: ainda que os arquétipos zodiacais e planetários sejam os mesmos para 98% das práticas astrológicas, a linguagem se difere a partir das necessidades do astrólogo e dos clientes. E é por isso que podem haver astrólogos com os quais nos identificamos mais, e outros, menos.
É claro que, na interpretação de mapa natal, há uma grande presença da astrologia psicológica, afinal, estamos lidando com a natureza complexa e repleta de detalhes do indivíduo. Entretanto, quando se trata das previsões, procuro ser o mais objetiva e palpável possível, sempre. Todos nós precisamos de direcionamento e, por vezes, nos sentimos em dúvida e sem possibilidades de ação. As previsões, assim, são ferramentas eficazes para planejarmos as áreas da nossa vida, tanto a curto como a médio prazo. E entender como e porquê as situações ocorrem acrescentam muito ao nosso autoconhecimento. A vida é feita de ciclos e fases e o papel do astrólogo é, também, explicar os mecanismos de cada um, para que o cliente vivencie sua existência de forma cada vez mais plena, entendendo e conhecendo os ciclos e fases que o esperam. O autoconhecimento e crescimento pessoal são dinâmicos, afinal.
Veja a Parte 1 aqui.

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